COLUNISTA

Vinho & Cultura por Mercearia do Vinho

O Vinho nunca esteve tão presente na Cultura do homem como no mundo contemporâneo. A bebida de Baco não está só nas adegas, restaurantes e taças, mas também no cinema, na literatura, na arquitetura e em muitas outras manifestações culturais, como nas artes plásticas.

Nos primórdios da civilização a arte não tinha vínculos com a beleza, era um instrumento de dominação da natureza. As danças tribais ou pinturas rupestres, por exemplo, criavam um sentimento de poder nos caçadores sobre suas presas.

Acreditavam que a representação pictórica de um cervo sendo abatido, por exemplo, garantia uma boa caça. Semelhante função tinha o Vinho, ao qual se atribuíam qualidades mágicas e divinas. A “bebida dos deuses” podia curar, através de inúmeros remédios e poções dos quais era o ingrediente principal, e ainda levar quem a consumia a conversar com as divindades, por seus efeitos inebriantes.

Estes efeitos também são historicamente relacionados com a criação artística. O Vinho inspira o artista. A frase de Plínio “in vino veritas”, simboliza tal fenômeno, mostrando que o vinho traz lucidez e nos faz pensar mais claramente. Segundo o filósofo alemão Nietzsche, em sua obra A Origem da Tragédia, o Vinho e o espírito dionisíaco são a fonte de toda a criação artística.

Os Vinhos representam-nos tão bem lugares ou períodos históricos, quanto obras de arte, como pinturas, esculturas, peças de arquitetura etc. Vinhos não apenas refletem os estilos de cada época, como também os influenciam.”

“O Vinho foi na infância de todas as grandes culturas identificado como a “Bebida dos Deuses”.

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